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Creditos
Gravação: Estado Sombrio Mixagem: Rodrigo Romani
Veneno Maldito
Estado SombrioFaixas
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1
2:05
Bilionários
letra
Como é que pode, idolatrar como herói Alguém que te escraviza, alguém que te destrói? Você defende o direito dele Pra roubar e pra matar Você não é igual a ele Nunca foi e nunca será Ricos não prestam Bilionários são parasitas Mentem e exploram Bilionários são homicidas Bilionários não servem nem pra eu cuspir Desalmados exploradores, devem sucumbir Bilionários não servem nem pra eu cuspir Desalmados exploradores, devem sucumbir
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2
2:22
Veneno Maldito
letra
Parte de um plano macabro Ganância acima da lei Serpente, veneno maldito Manobras, vida longa ao rei (Morte ao rei!) Negros morrendo exaustos, Progresso com armas nas mãos Missionários ditam valores, Terrores da revolução, não! Riquezas humanas destroem, Riquezas humanas poluem, Você será corrompido Pelo poder que te seduz
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3
1:47
Estado Sombrio
letra
A sensação é horrível Situação de desgosto Sentir-se como lixo Estar no fundo do poço Abismo sem portas Amigos dão as costas Amargura e tensão Em forma de depressão Ô Ô Ô Estado Sombrio Ô Ô Ô Estado Sombrio Nem um minuto se quer De alegria e sossego Quarto escuro fechado Sensação de desprezo Guarda a dor pra si próprio A solidão é seu sócio A tristeza domina Te transforma em ruína
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4
2:17
Dos Esgotos
letra
Viemos dos esgotos da periferia Ostentando a bandeira da anarquia Mostrando força, garra e rebeldia Para destruir a podre burguesia Fora a polícia e sua repressão Bando de otário dentro do camburão Fora os milicos e sua imposição Serviço obrigatório, não, não, não! Não, não, não! Não, não, não! Acabem com a moda e alienação Medida besta que gera inflação Etiqueta e grife pura enganação Pedaço de pano com muita exploração Perda de tempo em dia de eleição Não gosto de político nem da corrupção Eu voto sempre nulo, é minha opção Não voto em safado pra foder o povão Pra foder o povão! Pra foder o povão! Vamos tomar a linha de frente No chute, na porrada, no soco, coturnada Somos dos esgotos, não tememos nada Foda-se o poder, liberte a classe dominada! Liberte a classe dominada!! Liberte a classe dominada!!
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5
2:53
Julinho de Adelaide
letra
Farsas telepáticas, governos militares Focas adestradas, ideias limitadas Mentes perigosas, torturas apuradas A arte reprimida, liberdade algemada Ditadura pau de arara, segurança nacional Atos irracionais, censura radical Sem voz na garganta, poeta marginal Julinho de Adelaide, a fúria é general Cadê o meu? Cadê o meu, ó meu? Eu não falo por despeito Mas, também, se eu fosse eu Quebrava o teu, cobrava o meu direito
nosso 1° EP, gravado no esquema "faça você mesmo"
Estado Sombrio
São Paulo, SP